Luz sobre o Papel
Criada para reforçar o papel estratégico do planejamento luminotécnico desde o início de uma obra, Luz sobre o Papel transforma a vitrine em um argumento direto: a luz não entra no final, ela define o projeto.
A peça combina volumes de papel enrolado, evocando plantas técnicas, com fontes de luz embutidas que projetam feixes e recortam o conjunto, instaurando um jogo preciso de luz, sombra e relevos.
Em uma operação metalinguística, a escultura não apenas representa a luz, ela a produz. Ao iluminar a si própria, explicita o princípio central da luz como estrutura, não acabamento.